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17 de outubro de 2011
26 de setembro de 2011
A ameça !
Querido Jardim, subscrevo a sua decisão. Por mim terá de imediato a sua tão desejada independência por total e absoluto acordo, depois de acertarmos as contas, é claro, como em qualquer processo civilizado de separação. Vivam os movimento independentistas das regiões autónomas!
( Por acaso não seria mal pensando um referendo nacional sobre esta matéria. Acredito que o SIM, dos ilhéus e dos continentais seria esmagador, vamos a isso?)
11 de abril de 2011
Fernando Nobre: Quanto Custa um Vaidoso? por Daniel Oliveira
Fernando Nobre vai ser cabeça de lista do PSD no circulo de Lisboa. Contra um homem de convicções - mesmo que não sejam as minhas - como Ferro Rodrigues, o PSD aposta num ziguezagueante populista. O ex-candidato estava no mercado e Passos Coelho pagou o preço que lhe foi pedido: dar-lhe a presidência da Assembleia da República. As contas foram de merceeiro: Nobre vale 600 mil votos. Errado. Se os votos presidenciais nunca são transferíveis para legislativas, isso é ainda mais evidente neste caso. Todas as vantagens competitivas de Nobre desapareceram quando ele aceitou este lugar. O PSD vai perder mais do que ganha. Porque este convite soa a puro oportunismo. Porque quando Fernando Nobre começar a falar o PSD vai ter de se virar do avesso para limitar os danos. Porque a esmagadora maioria dos eleitores de Nobre nem com um revólver apontado à cabeça votará em Passos Coelho. Porque ele afastará eleitorado que desconfia de gente com tanta ginástica política. Quem também não fica bem na fotografia é Mário Soares, que, na última campanha, por resentimento pessoal, alimentou esta candidatura. Fica claro a quem ela serviu. Agora veio o agradecimento. Quanto a Fernando Nobre, é tudo muito banal e triste. Depois da campanha que fez, este é o desfecho lógico. Candidatos antipartidos, que tratam todos os eleitos como suspeitos de crimes contra a Pátria - ainda não me esqueci quando responsabilizou Francisco Lopes pelo atual estado de coisas, apenas porque é deputado - e que julgam que, por não terem nunca assumido responsabilidades políticas, têm uma qualquer superioridade moral sobre os restantes acabam sempre nisto. A chave que usam para abrir a porta da sala de estar do sistema é o discurso contra o sistema. Não querem "tachos", dizem eles, certos de que todos os eleitos apenas procuram proveitos próprios. Eles são diferentes. Depois entram no sistema para mudar o sistema, explicam. E depois ficam lá, até vir o próximo com o mesmo discurso apontar-lhes o dedo. É tudo tão antigo que só espanta como tanta gente vai caindo na mesma esparrela. Quem tem um discurso sem programa, sem ideologia, sem posicionamento político claro e resume a sua intervenção ao elogio da sua inexperiência política tem sempre um problema: só é diferente até perder a virgindade. E quando a perde fica um enorme vazio. Porque não havia lá mais nada. Porque a política não se faz de bons sentimentos, faz-se de ideias, projetos e programas políticos. Ideias, projetos e programas que resultam do pensamento acumulado pela experiência de gerações, que se vai apurando no confronto e na tentativa e erro. A tudo isto chamamos ideologias. Quem despreza a ideologia despreza o pensamento. Quem despreza o pensamento despreza a política. Quem despreza a política dificilmente pode agir nela com coerência e dignidade. Para além do discurso contra os políticos, este político teve outra bandeira: as suas preocupações sociais. Nada com conteúdo. Para ele bastava mostrar o seu currículo de ativista humanitário. E a quem aceita ele entregar a sua virginal e bondosa alma? Ao candidato a primeiro-ministro mais selvaticamente liberal que este País já conheceu. Não sou dos que acham que toda a gente tem um preço. Mas ficámos a saber qual é o de Fernando Nobre: um lugar com a dimensão da sua própria vaidade. Tudo isto tem uma vantagem: é uma excelente lição de política para muita gente. Quem diz que não é de esquerda nem de direita, quem tem apenas a sua suposta superioridade moral como programa e quem entra no combate político desprezando quem há muito o faz nunca é de confiança. Um dia terão que se decidir. E Nobre decidiu-se: escolheu a direita ultraliberal em troca das honras de um lugar no Estado. Na hora da compra, os vaidosos têm uma vantagem: saem mais baratos. Não precisam de bons salários ou de negócios. Basta dar-lhes um trono e a sensação de que são importantes. Vendem a alma por isso.
Daniel Oliveira
aeiou.expresso.pt
31 de janeiro de 2011
5 de janeiro de 2011
O novo ano
22 de abril de 2010
11 de abril de 2010
28 de fevereiro de 2010
15 de dezembro de 2009
10 de junho de 2009
Vida de estudante
Alguém me consegue explicar a pertinência do Plano Oficial de Contabilidade Pública [POCP]?
e do Código dos Contratos Públicos [CCP]?
È que se conseguirem por favor passem ao largo, eu odeio-os....
[para além de não os compreender] isto é demais para mim!!!!
Bolas, mais 300€ por mês não compensam esta m£%&@!!!!
Antes a propaganda do PRACE e do PNACE e do PNE e das Novas Oportunidades e da Iniciativa para o Investimento e Emprego, e da Estratégia de Lisboa, e do Plano Nacional de Reforma, e mais o discurso do 1º, e mais o discurso do ministro e mais....
e do Código dos Contratos Públicos [CCP]?
È que se conseguirem por favor passem ao largo, eu odeio-os....
[para além de não os compreender] isto é demais para mim!!!!
Bolas, mais 300€ por mês não compensam esta m£%&@!!!!
Antes a propaganda do PRACE e do PNACE e do PNE e das Novas Oportunidades e da Iniciativa para o Investimento e Emprego, e da Estratégia de Lisboa, e do Plano Nacional de Reforma, e mais o discurso do 1º, e mais o discurso do ministro e mais....
6 de junho de 2009
Dia de Reflexão
8 de janeiro de 2009
?
Que dizer quando se acaba de despejar uma pazada de pó para lavar a roupa na tigela da comida do cão?
[De facto, o cão não tinha comida e a máquina era suposto pôr a lavar! ]
[Não, não pus ração do cão na máquina!]
Que fazer, no meio deste ataque de choro que me invade?
[De facto, o cão não tinha comida e a máquina era suposto pôr a lavar! ]
[Não, não pus ração do cão na máquina!]
Que fazer, no meio deste ataque de choro que me invade?
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