As férias aproximam-se e ainda não tenho nada marcado.
Como conciliar subsídio de férias 0 € com os gostos mais ou menos requintados aqui da princesa?
Não haverá por aí um resort ***** com águas esmeralda e piscinas sem fim... que tenha esta placa na entrada?
Quem souber informe.
Muito agradecida.
3 de julho de 2012
6 de junho de 2012
3 de junho de 2012
O Europeu

Começou o tempo das cerejas.
Mas começou também o tempo da parvoíce nacional.
Chegou o tempo do Europeu.
E estes heróis merecem tudo.
Rumarias aos locais de estágios, desempregados a assistir aos
treinos e a brinda-los com aplausos e resmas de histeria. Festas de despedida
transmitidas em directo pela televisão pública, criancinhas a dizer versos e a
acenar com lencinhos, como se de Fátima de tratasse.
A partir de agora, e por algumas semanas, e pais estupidifica
e veste-se de encarnado e verde. Os noticiários abrirão com peças especiais
sobre os seus carros, as suas mulheres, as suas raízes. Serão entrevistados como
se fossem as pessoas mais interessantes do universo, serão idolatrados, quase
apontados como modelos a seguir. Os comentadores interpretarão exaustivamente
os seus sucessos e misérias.
Estes pobres ricos rapazes que não cresceram, pois continuam
a ganhar muito dinheiro fazer unicamente aquilo que faziam em miúdos nas suas
brincadeiras de rua, que abandonaram a escola precocemente, que mal sabem falar
ou comportar-se socialmente, tornam-se os modelos a seguir, os exemplos maiores
do sucesso, aqueles que os pais desejam que os filhos sejam (?)…
Durante o seu percurso, que espero sinceramente seja
curto, partimos… é impossível viver nuns país tão imbecilizado.
Quando tudo isto acabar o os rapazes voltarem a ser as
bestas do costume, voltaremos.
Agora está na hora de ir apanhar o avião …
Beijos e tentem sobreviver…
25 de maio de 2012
Presidente à solta!
A Câmara Municipal de Lisboa aprovou, hoje, as alterações ao trânsito na rotunda do Marques do Pombal e na Avenida de Liberdade. A proposta vai agora para consulta pública e em setembro a autarquia avança com o período experimental que termina em dezembro.
A proposta, dos vereadores Fernando Nunes da Silva e Manuel Salgado, foi aprovada por maioria, segundo fonte oficial da autarquia.
Entre as alterações destaca-se a existência de duas rotundas no Marquês de Pombal e a redução de faixas de rodagem na Avenida da Liberdade.
O Marquês do Pombal terá uma rotunda interior (para as ligações às Avenidas da Liberdade e Fontes Pereira de Melo, e rua Joaquim António de Aguiar) e outra exterior.
A Avenida da Liberdade ficará com menos três faixas (uma de estacionamento em cada uma das laterais, e a via do meio do eixo central) e, em vez das onze faixas atuais (sete de circulação, cinco no eixo central, e quatro de estacionamento), terá oito (seis de circulação, quatro no eixo central, e duas de estacionamento).
23/05/2012 | 16:59 | Dinheiro Vivo
Nasci em Lisboa, vivo em Lisboa , amo Lisboa.
Não consigo compreender porque é que os alfacinhas elegeram um presidente que quer destruir a sua cidade.
O dito senhor já tornou o Terreiro do Paço inacessível, agora quer terminar com o eixo Rossio / Marquês. Um lisboeta já não pode usufruir e circular na sua própria cidade.
Qualquer dia o gajo decreta a evacuação da capital!
Sinceramenete, tenho cá para mim que por ter vivido em Sintra o senhor nos odeia.
A proposta, dos vereadores Fernando Nunes da Silva e Manuel Salgado, foi aprovada por maioria, segundo fonte oficial da autarquia.
Entre as alterações destaca-se a existência de duas rotundas no Marquês de Pombal e a redução de faixas de rodagem na Avenida da Liberdade.
O Marquês do Pombal terá uma rotunda interior (para as ligações às Avenidas da Liberdade e Fontes Pereira de Melo, e rua Joaquim António de Aguiar) e outra exterior.
A Avenida da Liberdade ficará com menos três faixas (uma de estacionamento em cada uma das laterais, e a via do meio do eixo central) e, em vez das onze faixas atuais (sete de circulação, cinco no eixo central, e quatro de estacionamento), terá oito (seis de circulação, quatro no eixo central, e duas de estacionamento).
23/05/2012 | 16:59 | Dinheiro Vivo
Nasci em Lisboa, vivo em Lisboa , amo Lisboa.
Não consigo compreender porque é que os alfacinhas elegeram um presidente que quer destruir a sua cidade.
O dito senhor já tornou o Terreiro do Paço inacessível, agora quer terminar com o eixo Rossio / Marquês. Um lisboeta já não pode usufruir e circular na sua própria cidade.
Qualquer dia o gajo decreta a evacuação da capital!
Sinceramenete, tenho cá para mim que por ter vivido em Sintra o senhor nos odeia.
24 de maio de 2012
Recado
Esta vai direitinha para o filho da mãe que "mora" no 5º andar!
Topo-te desde o primeiro dia, palhaço!
Topo-te desde o primeiro dia, palhaço!
19 de maio de 2012
SIM
Gosto desta campanha que tanta polémica tem
gerado.
Gosto da agressividade, da forma como interpela
princípios e valores, como nos questiona sobre as opções que fizemos num único
momento. Não vou discutir ciência, não vou argumentar se todas as afirmações
são absolutamente corretas, afinal é uma campanha publicitária (o red bull dá
mesmo asas?ou
o sangue do período menstrual é azul?) não é um spot do Ministério da Saúde.
Sou cliente desde há 8 anos quando a informação
ainda era mais escassa... mas sou dos que acredita que uma oportunidade não se
deve desperdiçar e que o futuro e a ciência guardam muitos milagres.
Foi a primeira prenda que lhe ofereci.... (e se
bem me lembro não foi mais caro que uma PSP ou que um telemóvel de gama média).
Ontem quando vimos o spot juntos gostei muito de
lhe responder que SIM.
Pensamentos divergentes
Ao estudar a matéria para o teste [dele] de
estudo do meio aprendo a classificar árvores, a distinguir caules e raízes comestíveis,
a identificar as partes que compõem uma planta. E enquanto explico, pergunto e
torno a perguntar, ralho e imagino questões, parto para dentro de mim [abençoada
capacidade esta das mulheres se desdobrarem em múltiplas tarefas e
pensamentos simultâneos] e vou refletindo que se fosse uma planta nunca teria
sobrevivido… não tenho raízes…
Se...
Se não fossemos humanos, urbanos, ambiciosos.
Se não estivéssemos tão frágeis, desesperados, perdidos, .... esta máxima seria verdadeira.
8 de maio de 2012
27 de abril de 2012
Esculturas...
Enquanto jantamos a RTP apresenta o seu noticiário.
Surge uma peça sobre o facto de Joana Vasconcelos ir expor no Palácio de Versalhes.
Eu e o pai começamos a falar-lhe do quanto já fomos felizes em Versalhes, da beleza do palácio, dos passeios de bicicleta nos jardins, bla, bla, bla... ele interrompe e afirma "desculpem sob pena de parecer ignorante mas a Joana Vasconcelos não é aquela escultora que fez a árvore de garrafas que está na porta do Museu Berardo e aquele sapato de tachos que está no Casino de Troia e mais aquele candeeiro de tampões, que está não sei onde!" eu digo-lhe que sim... e o meu coração bate mais depressa... acho que estamos a ser uns bons educadores...ele é um rapazinho de 8 anos interessado pelo mundo.
E só para que conste ele afirma que a Joana V. é a sua escultora favorita, eu contraponho que o meu é Cutileiro e mostro-lhe as "suas meninas" na net.
Ele, mesmo assim, continua a preferir a Joana e fica fascinado com os cães cobertos de crochet.
25 de abril de 2012
16 de abril de 2012
Fim-de-semana sem cozinheiro é fim-de-semana de restaurantes.
Mas a crise, a crise, senhores a crise, que me levou os subsídios e parte do salário mensal obriga-me ao esforço da contenção.
E então vou para a cozinha: concentro-me, respiro fundo, mas tremo.
Vou fazer um básico, nada mais simples que um salmão grelhado com legumes cozidos. Não saio da cozinha, olho ansiosamente para os tachos, queimo-me no raio da cena de cozer os legumes ao vapor, espirra e tacho para o fogão, ponho o salmão a grelhar, a casa é invadida por fumo, os lombos de salmão rapidamente se tornam tostas ainda que por dentro se mantenham cruas que nem sushi, desespero e asfixio. Corro a fechar as portas dos quartos e a abrir a janela da cozinha. O puto entra a perguntar o que está a queimar. Olha desconsolado para o salmão, que tanto adora, encolhe os ombros e diz: porque é que não fomos jantar fora mãe, tu já sabes que não és capaz?
Vai tudo para o lixo, as batatas estão em papa, as cenouras rijas os brócolos ainda estão crus dentro daquele cestinho do vapor, o salmão estorricado.
Caiem-me grossa lágrimas cara abaixo.
Porque é que não consigo fazer, porquê, porquê? Toda a gente consegue! Eu tento, eu tento, eu gostava de gostar, eu gostava de saber… mas não sei. Qualquer coisa que experimento me sai mal ….
Vestimos os casacos e fomos jantar ao restaurante.
Depois de o adormecer vou navegar um bocadinho na net, no facebook tenho comentários sobre uma receita estrambólica que num dia destes, no trabalho, comentei que por vezes fazia com algum sucesso.
Duas colegas experimentaram-na e parece que gostaram. Por segundos senti-me uma maga da culinária com direito a receita própria e tudo. Fiquei tão feliz como uma criança em noite de natal.
E tenho cada vez mais vontade de fazer um curso de culinária, daqueles básicos, básicos. Pena que sejam tão caros e que a crise se tenha instalado no meu rendimento anual… que pena …
13 de abril de 2012
Sábias Palavras
«Nação valente e imortal»
Agora sol na rua a fim de me melhorar a disposição, me reconciliar com a vida. Passa uma senhora de saco de compras: não estamos assim tão mal, ainda compramos coisas, que injusto tanta queixa, tanto lamento. Isto é internacional, meu caro, internacional e nós, estúpidos, culpamos logo os governos. Quem nos dá este solzinho, quem é? E de graça. Eles a trabalharem para nós, a trabalharem, a trabalharem e a gente, mal agradecidos, protestamos.
Deixam de ser ministros e a sua vida um horror, suportado em estóico silêncio. Veja-se, por exemplo, o senhor Mexia, o senhor Dias Loureiro, o senhor Jorge Coelho, coitados. Não há um único que não esteja na franja da miséria. Um único. Mais aqueles rapazes generosos, que, não sendo ministros, deram o litro pelo País e só por orgulho não estendem a mão à caridade. O senhor Rui Pedro Soares, os senhores Penedos pai e filho, que isto da bondade as vezes é hereditário, dúzias deles. Tenham o sentido da realidade, portugueses, sejam gratos, sejam honestos, reconheçam o que eles sofreram, o que sofrem. Uns sacrificados, uns Cristos, que pecado feio, a ingratidão. O senhor Vale e Azevedo, outro santo, bem o exprimiu em Londres. O senhor Carlos Cruz, outro santo, bem o explicou em livros. E nós, por pura maldade, teimamos em não entender. Claro que há povos ainda piores do que o nosso: os islandeses, por exemplo, que se atrevem a meter os beneméritos em tribunal. Pelo menos nesse ponto, vá lá, sobra-nos um resto de humanidade, de respeito. Um pozinho de consideração por almas eleitas, que Deus acolherá decerto, com especial ternura, na amplidão imensa do Seu seio. Já o estou a ver:
- Senta-te aqui ao meu lado ó Loureiro
- Senta-te aqui ao meu lado ó Duarte Lima
- Senta-te aqui ao meu lado ó Azevedo que é o mínimo que se pode fazer por esses Padres Américos, pela nossa interminável lista de bem-aventurados, banqueiros, coitadinhos, gestores que o céu lhes dê saúde e boa sorte e demais penitentes de coração puro, espíritos de eleição, seguidores escrupulosos do Evangelho. E com a bandeirinha nacional na lapela, os patriotas, e com a arraia miúda no coração. E melhoram-nos obrigando-nos a sacrifícios purificadores, aproximando-nos dos banquetes de bem-aventuranças da Eternidade.
As empresas fecham, os desempregados aumentam, os impostos crescem, penhoram casas, automóveis, o ar que respiramos e a maltosa incapaz de enxergar a capacidade purificadora destas medidas. Reformas ridículas, ordenados mínimos irrisórios, subsídios de cacaracá? Talvez. Mas passaremos sem dificuldade o buraco da agulha enquanto os Loureiros todos abdicam, por amor ao próximo, de uma Eternidade feliz. A transcendência deste acto dá-me vontade de ajoelhar à sua frente. Dá-me vontade? Ajoelho à sua frente indigno de lhes desapertar as correias dos sapatos.
Vale e Azevedo para os Jerónimos, já!
Loureiro para o Panteão já!
Jorge Coelho para o Mosteiro de Alcobaça, já!
Sócrates para a Torre de Belém, já! A Torre de Belém não, que é tão feia. Para a Batalha.
Fora com o Soldado Desconhecido, o Gama, o Herculano, as criaturas de pacotilha com que os livros de História nos enganaram.
Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara. Haja sentido das proporções, haja espírito de medida, haja respeito. Estátuas equestres para todos, veneração nacional. Esta mania tacanha de perseguir o senhor Oliveira e Costa: libertem-no. Esta pouca vergonha contra os poucos que estão presos, os quase nenhuns que estão presos como provou o senhor Vale e Azevedo, como provou o senhor Carlos Cruz, hedionda perseguição pessoal com fins inconfessáveis. Admitam-no. E voltem a pôr o senhor Dias Loureiro no Conselho de Estado, de onde o obrigaram, por maldade e inveja, a sair. Quero o senhor Mexia no Terreiro do Paço, no lugar D. José que, aliás, era um pateta. Quero outro mártir qualquer, tanto faz, no lugar do Marquês de Pombal, esse tirano. Acabem com a pouca vergonha dos Sindicatos. Acabem com as manifestações, as greves, os protestos, por favor deixem de pecar. Como pedia o doutor João das Regras, olhai, olhai bem, mas vêde. E tereis mais fominha e, em consequência, mais Paraíso. Agradeçam este solzinho. Agradeçam a Linha Branca. Agradeçam a sopa e a peçazita de fruta do jantar. Abaixo o Bem-Estar.
Vocês falam em crise mas as actrizes das telenovelas continuam a aumentar o peito: onde é que está a crise, então? Não gostam de olhar aquelas generosas abundâncias que uns violadores de sepulturas, com a alcunha de cirurgiões plásticos, vos oferecem ao olhinho guloso? Não comem carne mas podem comer lábios da grossura de bifes do lombo e transformar as caras das mulheres em tenebrosas máscaras de Carnaval.
Para isso já há dinheiro, não é? E vocês a queixarem-se sem vergonha, e vocês cartazes, cortejos, berros. Proíbam-se os lamentos injustos. Não se vendem livros? Mentira. O senhor Rodrigo dos Santos vende e, enquanto vender, o nível da nossa cultura ultrapassa, sem dificuldade, a Academia Francesa. Que queremos? Temos peitos, lábios, literatura e os ministros e os ex-ministros a tomarem conta disto.
Sinceramente, sejamos justos, a que mais se pode aspirar? O resto são coisas insignificantes: desemprego, preços a dispararem, não haver com que pagar ao médico e à farmácia, ninharias. Como é que ainda sobram criaturas com a desfaçatez de protestarem? Da mesma forma que os processos importantes em tribunal a indignação há-de, fatalmente, de prescrever. E, magrinhos, magrinhos mas com peitos de litro e beijando-nos uns aos outros com os bifes das bocas seremos, como é nossa obrigação, felizes.
António Lobo Antunes
in Revista Visão
05.04.2012
10 de abril de 2012
Chegar
Regressar a casa é o melhor de tudo! (excepto a parte de desfazer as malas e arrumar as 50 peças de roupa que não chegaram a sair da mala :( )
Como amo o meu colchão, a minha almofada o meu edredom e o meu sofá. O meu querido e adorado sofá!
Deuses, sou tão feliz quando regresso!
Nunca percebo porque parto!
5 de abril de 2012
20 de março de 2012
Não gostei...
Depois de 2 meses dentro da minha carteira a prescrição ontem viu a luz do dia.
Capitulei.
Hoje as letras voltam a ser maiores, já não dançam em frente ao meu nariz, voltaram a caber numa linha perfeita...
Hoje pela primeira vez usei óculos graduados!
Hoje compreendi como o envelhecimento è um processo inexorável.
Não gostei!
Capitulei.
Hoje as letras voltam a ser maiores, já não dançam em frente ao meu nariz, voltaram a caber numa linha perfeita...
Hoje pela primeira vez usei óculos graduados!
Hoje compreendi como o envelhecimento è um processo inexorável.
Não gostei!
19 de março de 2012
19 Março
Fico sempre enternecida quando os vejo aos dois entre legos, meccanos e ferramentas a sério.
E também, quando mexem na terra dos vasos de terraço ou quando adormecem juntos no sofá a ver futebol. E até mesmo, quando ficam os dois a bater o pé à porta das lojas de roupa dos centros comercias, onde eu não consigo comprar nada com tanta pressão.
Adoro vê-los juntos.
Tão iguais e tão diferentes, como só pai e filho podem ser.
E comovo-me com o pai que ele é.
Ele, orfão desde tão pequeno, que aprendeu a ser pai sozinho, sem modelos, sem referências.
E orgulho-me de mim, porque consegui dar ao meu filho um pai.
E também, quando mexem na terra dos vasos de terraço ou quando adormecem juntos no sofá a ver futebol. E até mesmo, quando ficam os dois a bater o pé à porta das lojas de roupa dos centros comercias, onde eu não consigo comprar nada com tanta pressão.
Adoro vê-los juntos.
Tão iguais e tão diferentes, como só pai e filho podem ser.
E comovo-me com o pai que ele é.
Ele, orfão desde tão pequeno, que aprendeu a ser pai sozinho, sem modelos, sem referências.
E orgulho-me de mim, porque consegui dar ao meu filho um pai.
14 de março de 2012
RTP Vs GFK
Já não aguento a luta da RTP contra a GFK.
Eles podem ter toda a razão [para a qual me borrifo completamente!!], a empresa pode ser uma bosta, o painel pode estar mal desenhado, podem existir milhares de problemas técnicos, a escolha pode ter sido viciada, mas usar os seus programas, nomeadamente o telejornal, para defender causa própria é de uma falta de ética....monstruosa!
Ainda bem que existem os canais do cabo!
Eles podem ter toda a razão [para a qual me borrifo completamente!!], a empresa pode ser uma bosta, o painel pode estar mal desenhado, podem existir milhares de problemas técnicos, a escolha pode ter sido viciada, mas usar os seus programas, nomeadamente o telejornal, para defender causa própria é de uma falta de ética....monstruosa!
Ainda bem que existem os canais do cabo!
12 de março de 2012
8 de março de 2012
8 de Março
Gosto da força que temos, e que é amaciada por uma imensa sensibilidade;
gosto do pragmatismo que nos move, que nos faz ter esta capacidade de ter os pés na terra e de mover o mundo;
gosto quando argumentamos com base na emoção, sabendo que esta é tão legítima e importante como a mais elaborada estrutura racional;
gosto da ternura que imprimimos nas nossa relações, sa...bendo-nos capazes das mais radicais e cortantes decisões;
gosto da importância que damos aos detalhes, da forma como iluminamos os dias;
gosto do nosso instinto de sobrevivência, que nos faz bravas e duras;
gosto do pragmatismo que nos move, que nos faz ter esta capacidade de ter os pés na terra e de mover o mundo;
gosto quando argumentamos com base na emoção, sabendo que esta é tão legítima e importante como a mais elaborada estrutura racional;
gosto da ternura que imprimimos nas nossa relações, sa...bendo-nos capazes das mais radicais e cortantes decisões;
gosto da importância que damos aos detalhes, da forma como iluminamos os dias;
gosto do nosso instinto de sobrevivência, que nos faz bravas e duras;
gosto da maciez da nossa pele e dos contornos doces do nosso corpo;
gosto porque temos coragem de virar a mesa e de não fingir que tudo está bem;
gosto do modo como nos damos, como queremos tanto construir terreno comum;
gosto da sensação indescritível de se ter dentro de nós os filhos que desejamos;
gosto da forma inadiável como ficamos para sempre ligadas a alguém, presas à terra, a partir do momento que somos mães;
gosto porque sabemos muitas coisas antes, porque quase que as adivinhamos, embora isso só aconteça porque pensamos muito, e de forma profunda, em tudo o que fazemos;
gosto porque somos múltiplas, várias, caleidoscópicas, fascinantes.
Gosto quando vivemos a fundo a generosidade impressa na nossa condição e quando não jogamos jogo nenhum, que não o de ser feliz e o de fazer feliz.
Gosto muito, muito de ser mulher.
Guta Moura Guedes.
23 de fevereiro de 2012
ZECA
Foi com elas que aprendi o sentido da liberdade e o prazer da transgressão. As suas músicas foram a banda sonora de algumas das mais importante experiências da minha vida. ;)
Há 25 anos eu e a minha irmã faltámos às aulas na faculdade e fomos para Setúbal para lhe prestar a nossa última homenagem. Cantar Grândola naquela maré de despedida foi a emoção maior.
Ouvi-lo é sempre voltar ao inconformismo que existe em mim.
Saudades. Sempre.
(este sacana deste blog não deixa postar música!!!!- Enfim é um blog reaccionário!)
20 de fevereiro de 2012
O [novo?] cardeal
D. Manuel Monteiro de Castro, novo cardeal da Igreja Católica, disse:
"A mulher perdeu muito do valor que tinha."
"A mulher perdeu muito do valor que tinha."
"Um país depende muito, muito das mães, pois é ela que forma os filhos."
"Não há melhor educadora que a mãe."
"Mas se a mãe tem de trabalhar pela manhã e pela noite e depois chega a casa e o marido quer falar com ela e não tem com quem falar... "
Pasmo perante as imagens, engulo em seco várias vezes face às afirmações que se agravam a cada segundo da entrevista e pergunto-me:
quem são este homens?
porque querem continuar na ilusão de que o mundo não mudou?
porque escolheram não viver no presente?
17 de fevereiro de 2012
Móbil Moda
Eu gosto de moda.
Esta dos carros frigoríficos não me passa na garganta!
Se foram carritos, que o dono opte pelo branco porque é mais barato...eu posso compreender, ou um comercial, que até fica aceitável. Agora carrões...Os pobres proprietários não terão mais dinheiro para pagar a pinturinha de cor? Credo! Valham-me todos os santinhos.
O que eu odeio a moda dos carros brancos!
[sobretudo porque -não os vejo (?) e - todas as minhas batidelas foram com carros brancos!:)]
Corrijo: eu gosto de algumas modas!
Esta dos carros frigoríficos não me passa na garganta!
Se foram carritos, que o dono opte pelo branco porque é mais barato...eu posso compreender, ou um comercial, que até fica aceitável. Agora carrões...Os pobres proprietários não terão mais dinheiro para pagar a pinturinha de cor? Credo! Valham-me todos os santinhos.
O que eu odeio a moda dos carros brancos!
[sobretudo porque -não os vejo (?) e - todas as minhas batidelas foram com carros brancos!:)]
Desculpem!
Pode ser moda, mas um carro branco é piroooosooooooo. Mesmo!|
14 de fevereiro de 2012
Filho
Faz hoje 8 anos que te ouvi chorar pela primeira vez, ainda dentro de mim, quando a Paula com gestos meigos mas assertivos te colocava na melhor posição para te retirar da minha barriga aberta num sorriso metálico.
Faz hoje 8 anos que eu e o pai [e toda a equipa que estava no bloco] te escolhemos o nome, no preciso instante em que te pousaram sobre o meu colo.
Faz hoje 8 anos que todos os médicos ficaram à espera que o pai desmaiasse e ele, em vez disso, fez a mais bonita reportagem fotográfica da sua vida.
Faz hoje 8 anos que senti que toda a responsabilidade do mundo me tinha caído em cima.
Faz hoje 8 anos que me comecei a apaixonar por ti [e o dia de São Valentim se tornou apenas o dia de te comemorar]!
12 de fevereiro de 2012
8 de fevereiro de 2012
A palhaçada do carnaval!
Este país não é de facto para ser levado a sério.
Quem é que na actual conjuntura poderia pensar que haveria tolerância de ponto no Carnaval?
Então é necessário um esforço nacional, ou não? É que se é para andar a brincar eu desisto já!
E os "pobres" dos senhores que investiram milhões nos corsos não devem ver ou ouvir noticias nem saber em que país vivem, desde Setembro do ano passado, para virem agora argumentar que não é com tão pouca antecedência que se toma uma decisão destas.Perdemos feriados de relevo para a história nacional [para mim só o 5 de Outubro, porque o 1 de Dezembro, que comemora a restauração da independência nacional, não deveria ter existido nunca... pois significava que faríamos parte do grande reino de Espanha e em vez da troika andaríamos divertidos com movimentos independentista - o que também resolveria o problema das bombas e do carnaval :) ]
E senhores autarcas com tiques de rebeldia adolescente, as pessoas não são parvas, sabem bem que com as vossas posições pró-festa apenas ambicionam capitalizar votos, porque as autarquicas estão quase a chegar.
Parem lá com as brincadeiras e vamos trabalhar e endireitar este país que eu já estou farta que me tirem dinheiro do ordenado.
3 de fevereiro de 2012
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